Você sabia?

Por que Allan Kardec?

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Muitos de nós, diante de uma situação difícil, alguma vez já se questionaram: "Por que eu?". Kardec, ou melhor, Sr. Rivail provavelmente também fez essa pergunta quando confrontado com os cinquenta cadernos de comunicações diversas reunidos pelos Srs. Carlotti, René Taillandier, Tiedeman-Manthèse, Sardou (pai e filho), e Didier. Tratava-se das comunicações realizadas, ao longo de cinco anos, por meio da ainda incipiente interação com os Espíritos. Embora já tendo frequentado assiduamente diversas sessões na casa do Sr. Baudin, o Sr. Rivail ainda não dispensava entusiasmos sobre esse novo tipo de manifestações e, priorizando outras preocupações de foro íntimo, pensou em abandonar esse novo campo inexplorado, não fosse a insistência daqueles senhores. Mas, por que Allan Kardec? De acordo com o estudo de Henri Sausse, seu biógrafo, podemos levantar algumas características dessa personalidade tão importante para o Espiritismo. O Sr. Rivail era bacharel em letras e em ciências, sendo fluente nas línguas alemã, inglesa, italiana e espanhola, além de também poder se comunicar na língua holandesa; era doutor em medicina e pedagogo que se baseava nos ensinos de Pestalozzi, sendo discípulo dileto deste. Publicou livros que incluíam gramáticas da língua francesa, cursos de aritmética, estudos pedagógicos, traduções de obras inglesas e alemãs. Foi professor de fisiologia, astronomia, química e física. Enfim, diante desse currículo, caberia a pergunta: Por que não Allan Kardec? Somente um homem com esses adjetivos poderia transformar a comunicação com os Espíritos de meros encontros frívolos a sessões de elevado cunho experimental, que proporcionariam, mais tarde, ao globo terrestre, a transformação moral de que a Humanidade carecia.

Finalmente, cabe outra vez a pergunta: "Por que Allan Kardec e não Hippolyte Léon Denizard Rivail?" Em uma comunicação de teor pessoal, seu Espírito protetor Z., confessou tê-lo conhecido nos tempos dos Druidas, na região das Gálias. Naquela época, eles eram amigos e o Sr. Rivail se chamava Allan Kardec.

Mais informações acerca da biografia de Allan Kardec podem ser encontradas no livro O que é o Espiritismo, de autoria do mesmo.

Óculos Para Ver a Aura?

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O perispírito é um dos conceitos-chaves do Espiritismo que nos permite ampliar nosso entendimento acerca do corpo espiritual. Ele é de tamanha importância que o próprio Kardec nos diz que “O perispírito [...] é o princípio de todas as manifestações” (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, Item 109). Uma de suas características é de que ele “[...] não se acha encerrado nos limites do corpo [...]” e que “[...] é expansível, irradia para o exterior e forma, em torno do corpo, uma espécie de atmosfera [...]”. (Allan Kardec, Obras Póstumas, cap. Manifestações dos Espíritos, Item 11). André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, designa essa atmosfera como aura, que ele descreve como sendo a “[...] antecâmara do espírito em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia [...]”. Do ponto de vista científico, o pioneiro no estudo da aura foi o Dr. Walter J. Kilner, médico inglês que defendia a existência de um campo de energia em torno do corpo humano, que se alterava segundo o humor e o estado de saúde da pessoa. Como acreditava que a aura possuía radiações no nível ultravioleta, ele inventou um dispositivo na forma de óculos onde adicionava uma solução alcóolica de dicianina (corante extraído do alcatrão), o que permitia ao olho humano enxergar esta faixa de radiação. Seu trabalho detalhado foi publicado em 1911, mas as críticas acerbas da sociedade médica da época fizeram com que seu estudo fosse esquecido no meio acadêmico, mas não entre os espíritas ingleses. Após muito tempo de indiferença, pesquisadores soviéticos resgataram os resultados do Dr. Kilner após a descoberta do Efeito Kirlian. Este é um dos muitos exemplos em que se nota que "O Espiritismo e a Ciência se completam reciprocamente". (A Gênese, Cap. I, item 16)

A Importância do Pacto Áureo no Espiritismo Brasileiro

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Desde meados do século XIX até os dias de hoje, o Espiritismo no Brasil vem se expandindo continuamente, devido à ampla divulgação da Doutrina através dos diversos meios de comunicação (livros, jornais, rádio, televisão, cinema, internet e outros). O período que compreende as décadas de 30 e 50 se destaca por apresentar um grande aumento no número de Centros envolvidos pelas ideias espíritas. Por causa desse crescimento, intensificaram-se os esforços para colocar em prática um sonho que teve origem no século XIX, com o Dr. Bezerra de Menezes: unificar o Movimento Espírita em âmbito nacional. Em 5 de outubro de 1949, foi assinado um acordo que ficou conhecido como Pacto Áureo, designação essa dada por um de seus signatários (Artur Lins de Vasconcelos Lopes). Dentre as disposições do Pacto Áureo estava a criação do Conselho Federativo Nacional (CFN) da Federação Espírita Brasileira, cujo objetivo era orientar o Movimento Espírita, recomendando normas e diretrizes para as diversas Fraternidades Espíritas Brasileiras. Em O Livro dos Médiuns, Allan Kardec ressalta a importância da comunicação entre os grupos espíritas:

“A dificuldade, ainda grande, de reunir crescido número de elementos homogêneos deste ponto de vista, nos leva a dizer que, no interesse dos estudos e por bem da causa mesma, as reuniões espíritas devem tender antes à multiplicação de pequenos grupos, do que à constituição de grandes aglomerações. Esses grupos, correspondendo-se entre si, visitando-se, permutando observações, podem, desde já, formar o núcleo da grande família espírita, que um dia consorciará todas as opiniões e unirá os homens por um único sentimento: o da fraternidade, trazendo o cunho da caridade cristã.” (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, Item 334)

Para saber mais, acesse o link da página da Federação Espírita Brasileira (FEB) http://www.febnet.org.br/blog/geral/conheca-a-feb/o-pacto-aureo/

Primeiro livro de Allan Kardec traduzido para o Brasil

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Diferentemente do que muitos possam pensar, O Livro dos Espíritos não foi a primeira obra escrita por Allan Kardec a ser traduzido integralmente para a língua portuguesa. Em 1862,  foi lançado o opúsculo O Espiritismo na sua mais simples expressão – Exposto summario do ensino dos espiritos e das suas manifestações. Esse livreto, traduzido por Alexandre Canu com a permissão do Sr. Kardec, continha aproximadamente 35 páginas, sendo dividido em três partes: 1ª) Histórico do Espiritismo; 2ª) Resumo do ensino dos espíritos e 3ª) Máximas extraídas do ensino dos espíritos. Seu principal objetivo foi a disseminação da nova doutrina aos diversos cantos do mundo, inclusive o Brasil. O sucesso dessa tradução para o português foi tamanho que o próprio autor fez o seguinte comentário na edição de julho de 1864 da Revista Espírita:

“Constatamos com satisfação que a ideia espírita faz sensíveis progressos no Rio de Janeiro, onde conta expressivo número de representantes, fervorosos e devotados. A pequena brochura ‘O Espiritismo na sua expressão mais simples’, publicada em português, muito contribuiu para ali espalhar os verdadeiros princípios da doutrina.” (Revista Espírita, 1864 – FEB)

Atualmente, o livreto O Espiritismo na sua mais simples expressão pode ser encontrado no site da Bibliothèque Nationale de France (Biblioteca Nacional da França), disponibilizado gratuitamente em um arquivo digitalizado da sua versão original. Seu acesso encontra-se no endereço eletrônico:

http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k8504604.r=espiritismo.langPT. Versões mais recentes podem ser encontradas nas editoras FEB e EDICEI.

Espiritismo e Ciência

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O Professor Doutor Luís de Almeida, cientista português da Agência Espacial Européia (ESA) e da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) levou a Doutrina Espírita aos rigorosos meios acadêmicos das Universidades inglesas de Cambridge e Oxford.

Em 2009, no Instituto de Ciências Matemáticas Isaac Newton, da Faculdade de Matemática da Universidade de Cambridge (Inglaterra), o Professor Doutor Luís de Almeida proferiu conferências sobre os temas "O que é espiritismo e o que não é espiritismo, "O Papel do Espiritismo na sociedade vigente e a importância do espiritismo na vida de um cientista”.

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