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Henri Sausse (1851-1928)- O biógrafo de Allan Kardec

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Praticamente todas as informações que possuímos da vida missionária de Allan Kardec devemos a Henri Sausse. Nascido em Lyon, na França, Henri descobriu-se médium aos 16 anos, quando ouvia ruídos inexplicáveis em casa. Em 1869, quando Allan Kardec desencarnou, ele se dedicou com afinco ao estudo das obras do codificador, filiando-se ao “Groupe Finet”, que realizava reuniões mediúnicas com a presença de mais de 35 pessoas.
Sob acusação de anarquia, em 1873 o prefeito de Lyon proibiu as reuniões e desativou o “Groupe Finet”, obrigando os médiuns a continuarem as sessões na residência de Sausse. As mensagens recebidas eram destruídas logo após os encontros, evitando-se deixar quaisquer vestígios.
Reunindo seus amigos da Sociedade Fraternal, Henri Sausse auxiliou na criação do “Groupe Amitié” (Grupo Amizade). Posteriormente criou a “Fédération Spirite Lyonnaise” (Federação Espírita Lionesa), por meio da qual foi formada uma sociedade de auxílio aos necessitados durante o rigoroso inverno francês. Em 1887 as atividades da Federação atraíram a atenção do filósofo Léon Denis, que nomeou Henri Sausse secretário da Comissão de Propaganda, durante o II Congresso Espírita e Espiritualista Internacional, presidido por Denis.

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Nicolas Camille Flammarion (França 1842-1925)

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Foi o mais velho de quatro irmãos e ainda na infância já se apresentava como um prodígio. Aos quatro anos e meio já sabia ler e escrever e com cinco dominava rudimentos de gramática e aritmética. Seu alto potencial o tornava o melhor aluno da escola. Aos 16 anos, tomou posse como presidente da academia de estudos, realizando um discurso sobre o tema "As Maravilhas da Natureza".
Em um domingo, Flammarion desmaia em virtude de forte cansaço. Ao examiná-lo, o médico Edouvard Fornié vê na cabeceira da cama um livro escrito por Flammarion intitulado: "Cosmogonia Universal". O doutor decide ajudá-lo, matriculando-o como aluno de Astronomia no Observatório de Paris. Isso lhe possibilitou expandir ainda mais seus conhecimentos.
Em 1861 teve contato com um livro que trazia em um de seus capítulos o título “pluralidade dos mundos”.

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Meimei (Irma de Castro Rocha 1922-1946)

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Meimei é uma expressão chinesa que significa “amor puro”. Após ler o livro "Um Momento em Pequim", o casal de Belo Horizonte/MG Irma de Castro e Arnaldo Rocha, passaram a se chamar de “meu Meimei”. Um apelido carinhoso que pertencia à intimidade do casal.
Irma nasceu em Mateus Leme/MG e se transferiu para Belo Horizonte, onde se casou aos 22 anos. Desencarnou com 24 anos, acometida por uma doença crônica nos rins. Durante todo o período em que esteve doente Meimei se manteve firme, com paciência e resignação.Seu marido Arnaldo, que não era espírita, vivenciou um fato que mudaria sua vida exatamente no dia em que o desencarne de Meimei completava 50 dias. Ele seguia pela Avenida Santos Dumont, em Belo Horizonte, acompanhado de seu irmão quando avistaram Chico Xavier.

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Victor-Marie Hugo

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Nasceu em 1802 na França, em meio às revoluções napoleônicas. Grande poeta, dramaturgo, romancista e ativista político, que ainda na adolescência já mostrava sinais de brilhantismo. Elaborou obras lendárias, como Les Misérables (“Os Miseráveis”- 1862), e Notre-Dame de Paris (1831). Sendo democrático e amante da liberdade, tomou parte da revolução de 1848, que devolveu a França à população. Victor Hugo foi contemporâneo de Allan Kardec, tendo tomado conhecimento de suas obras.
Em 1853, quando Victor Hugo vivia em lugarejo longínquo, recebeu a visita de uma amiga de Paris, que lhe falou sobre a tiptologia (semelhante aos primeiros trabalhos de Kardec). Apesar de conhecer os estudos do codificador da Doutrina Espírita, sua alma de dramaturgo pouco se deixou levar pelo que seria tomado por sandices. Entretanto, em uma sessão mediúnica, teve comprovação da presença de sua filha Leopoldine, desencarnada em 1843. Desde então, Victor Hugo passou a estudar e conhecer mais a Doutrina.

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Ana Prado

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Durante os anos de 1918 e 1921, uma gama de surpreendentes fenômenos sacudiram o Brasil, e, especialmente, a cidade de Belém do Pará.
Ana Prado foi uma extraordinária médium que possibilitou a realização de  extraordinários fenômenos de materialização em nessa cidade. As sessões aconteciam na residência da família, sendo a filha do casal, Antonina Prado, médium psicografa.
As primeiras manifestações tiveram lugar em 12 de junho de 1918. Num fenômeno de transporte, os Espíritos fizeram aparecer, sob pequena mesa situada na sala devidamente fechada, uma flor que, de forma poética, simbolizava a avalanche de prodigiosas comprovações da imortalidade da alma que aquele pequeno grupo assistiria ao longo de três anos.

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