Espiritismo e Ciência

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O Professor Doutor Luís de Almeida, cientista português da Agência Espacial Européia (ESA) e da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) levou a Doutrina Espírita aos rigorosos meios acadêmicos das Universidades inglesas de Cambridge e Oxford.

Em 2009, no Instituto de Ciências Matemáticas Isaac Newton, da Faculdade de Matemática da Universidade de Cambridge (Inglaterra), o Professor Doutor Luís de Almeida proferiu conferências sobre os temas "O que é espiritismo e o que não é espiritismo, "O Papel do Espiritismo na sociedade vigente e a importância do espiritismo na vida de um cientista”. Aproveitando uma visita de trabalho do cientista português à referida universidade, um grupo de colegas ingleses, irlandeses e escoceses agendaram, sem conhecimento prévio do Professor Luís de Almeida, a conferência, curiosos pela forma como este sempre dialogara, em privado, sobre a Doutrina Espírita. Foi a primeira vez que a Universidade de Cambridge abriu as portas a um cientista para falar do assunto. O público, composto exclusivamente por cientistas, professores e universitários europeus, lotou os 500 lugares disponíveis na sala.
Durante as palestras, o Professor Luís de Almeida disse, por exemplo: “Em ciência e no Espiritismo, a observação, a reflexão filosófica e revelação espiritual (Espiritismo) ou intuitiva (ciência) são meios que cooperam na busca da verdade e, cada um deles, controla o outro. É precisamente a partilha deste princípio que faz com que um espírita ou um cosmólogo possuam um sentido de análise crítica. Dos fenômenos espíritas desde os primórdios da história da humanidade aos que despertaram a curiosidade do físico-químico inglês Sir William Crooks, do astrônomo francês Camille Flammarion e do pedagogo francês Hippolyte Léon-Denizard Rivail (Allan Kardec), entre tantos outros homens de ciência, aos quais a fenomenologia lhes despertou a verdadeira alma do cientista: a curiosidade”.
Prosseguindo em sua analogia entre ciência e espiritismo, o cientista português afirmou que ser espírita é ser como um cientista, “porque seremos homens e mulheres dos por quês." Queremos sempre saber mais e mais. Compreendermos para melhor conhecer a vida e conhecermo-nos a nós próprios. Essa é a proposta ímpar que a Doutrina Espírita nos oferece. “Uma doutrina lógica e racional, libertadora e consoladora, que consola o coração com a razão e liberta a mente com o amor”, atestou Luís de Almeida, arrancando aplausos da platéia.

José Arthur de Oliveira Filho
* Extraído de artigo publicado pela Associação dos divulgadores do Espiritismo (ADEP), da cidade de Porto (Portugal).